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Daerp implanta sistema automático de adição de cloro e flúor no poço do Jardim Irajá

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Serão instalados equipamentos de automação em 30 poços, com investimento de R$ 3,1 milhões

O Daerp, Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto, a partir desta segunda-feira, 19, deu início à automação do sistema de adição de cloro e flúor no abastecimento de água proveniente do poço Jardim Irajá II, na zona Sul de Ribeirão Preto. No total, 30poços em diferentes regiões da cidade receberão os equipamentos de automação e controle, num investimento total de R$ 3.135.999,90. 
O superintendente do Daerp, Antonio Carlos de Oliveira Jr., acompanhado do diretor técnico Lineu Andrade de Almeida, do assessor técnico, Cleverson Fernandes Braga e do chefe da Seção de Tratamento do Daerp, João Carlos Silva Ferreira, visitou o poço do Daerp no Jardim Irajá, onde conheceu o novo sistema de automação.     
O poço Jardim Irajá foi escolhido para ser o primeiro a ser automatizado pelo grande volume de produção de água, cerca de 206 mil litros por hora, e pela abrangência de atendimento à população, sendo responsável pelo abastecimento dos jardins Irajá e Botânico. O próximo poço que será automatizado é o Major Ricardo, no bairro Monte Alegre, zona Oeste.

Sistema de automação
Para a automação do sistema de cloração e fluoretação da água no poço do Jardim Irajá II, foram instalados diversos equipamentos, entre eles analisador de flúor, cloro e PH da água, e um CLP (Controlador Lógico Programável), que estão ligados à bomba dosadora com válvula de segurança, além do software de operação do sistema.
Segundo o chefe da Seção de Tratamento do Daerp, João Carlos Silva Ferreira, com a implantação do sistema de automação será possível um maior controle, ajuste e monitoramento, em tempo real, do fornecimento de flúor e cloro na água, garantindo ainda mais a qualidade da água no município.

Automação total do poço
O Controlador Lógico Programável (CLP), que está sendo instalado, permitirá a automação de todo o poço. Além das informações sobre a adição de cloro e flúor ele também recebe informações sobre a vazão do poço e a tensão da bomba, o que permite o controle de todas as informações do poço e a transmissão dos dados em tempo real para o Centro de Controle Operacional.
Neste primeiro momento, entra em operação a automação da cloração e fluoretação e o poço já fica com os equipamentos e dados disponíveis para a automação completa, prevista no projeto de setorização, que integra o Programa de Gestão, Controle e Redução de Perdas e Eficiência Energética, e que recebeu recursos da ordem de R$ 115 milhões da Caixa Econômica Federal, com contrapartida de R$ R$ 6 milhões do Daerp.

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